Como enfrentar o divórcio?

Como enfrentar o divórcio?

Nem todos os casamentos e uniões têm um final feliz. Estatísticas apontam que um em cada dois casamentos acaba em divórcio. Com tantas separações sempre restam a dúvida: como enfrentar esse momento tão difícil que é o divórcio? Muitos são os motivos que levam os casais a pedirem o divórcio; desde problemas com infidelidade, falta de compreensão e até mesmo incompatibilidade de gênios. O fato é que muitos casais descobrem na convivência diária que é preciso mais do que amor para manter um casamento.

Depois de muito tentar, muitos casais optam pela separação. E então começa o problema, o que fazer, como recomeçar a vida? O primeiro sentimento que veem a cabeça de quem se divorciou é o fracasso, ou seja, a impotência diante de uma situação que até então era tida como certa.

Podem aparecer também a culpa, vergonha e o medo da nova situação que se apresenta. Mas o desespero logo deve passar, ou melhor, uma pessoa em processo de divórcio não pode e não deve  ficar desesperada, já que é uma das situações mais comuns vividas pelos casais nos dias atuais.

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Mas saiba que felizmente o processo de divórcio tem começo, meio e fim. As etapas são basicamente iguais para todas as pessoas, e por mais que se tente, é inevitável não passar por nenhuma delas.

O importante é lembrar que tudo passa nesta vida, seja bom ou mal, um dia passa. Por isso levante a cabeça e siga, você vai superar tudo isso mais rápido do que você espera!

– A primeira fase é a da negação, a pessoa tenta por todos os processos (reverter) o divórcio e tentar achar uma maneira de manter o casamento, apesar dos problemas aparentes serem sem solução.

– A segunda fase é a da raiva. Essa fase fica mais forte quando há traição ou infidelidade descoberta, ou aparente por uma das partes. A pessoa tenta a todo custo descobrir o que fez de errado para ser traída e como o parceiro pôde fazer isso.

– A terceira fase é a do início da negociação. Essa fase é a que mais balança casais, já que uma das partes começa a fazer negociação e chantagem para que o casal não se separe. Muitas pessoas desistem do divórcio nessa fase, mas lembre-se de que as promessas feitas no desespero podem não se concretizar.

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– A quarta fase é a mais preocupante. É quando acontece a depressão. Geralmente a pessoa não sabe como vai suportar o divórcio e entra em um estado de impotência tentando descobrir como porque isso acontece. Nesta fase o apoio de amigos e familiares é fundamental.

– E por fim, a última fase é a da aceitação. Quando a pessoa realmente percebe que o divórcio é inevitável e que não há mais o que fazer. Nessa fase a pessoa retoma os planos e a vida e começa seguir o seu novo caminho tentando não cometer os mesmos erros.
Junta-se a esse turbilhão de emoções a preocupação com os filhos, casa, finanças e tudo mais.

Se o casal tem um contrato pré-nupcial firmado, a divisão dos bens é mais fácil; basta segui-lo. A guarda dos filhos pode ser decidida amigavelmente e compartilhada como bem-quiserem, seguindo regras estabelecidas, como dia e hora das visitas e o pagamento da pensão alimentar.

Os pais divorciados precisam ter a preocupação de contar aos filhos o que está acontecendo. Nunca esconda nada dos pequenos, eles não podem, em hipótese alguma se sentirem desprotegidos, abandonados ou culpados. Explique a situação e a nova realidade da família.

Muitas pessoas que se separam demoram até retomar a vida normal. É muito comum se livrar de tudo que lembre o casamento e o ex-parceiro. Muitas pessoas mudam o visual, a carteira de identidade para assim enterrar o passado e começar novamente.

O que é preciso nessa fase é a compreensão e o apoio de amigos e familiares. O divórcio é um processo dolorido, mas inevitável às vezes. É muito melhor admitir que o casamento acabou do que se viver uma vida infeliz. Há novas hipóteses de um recomeço; apenas se lembre de aprender com os erros para não cometê-los nunca mais.

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